segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Invenções do Futurama que deveriam existir


Você já viu Futurama? Acredito que sim. O desenho foi criado por Matt Groening (de Simpsons), em 1999, mas foi finalizado pouco tempo depois, em 2003. Felizmente, a série teve uma sobrevida alguns anos depois (que também não durou). Ainda que tenham se passado dois anos desde o seu segundo cancelamento, a série ainda é um sucesso que ganha novos fãs todo dia.
Se você não conhece, a história gira em torno de um entregador de pizza que, em 1999, acidentalmente cai em uma maquina de congelamento e só acorda mil anos depois, num futuro bastante bizarro (para não dizer outra coisa). Mesmo assim, quando Fry acorda no próximo milênio, apesar de não entendê-lo completamente, não demorou muito para que se adaptasse a ele.
Claro que, quem mais ajudou Fry nesta nova empreitada foi o seu “sobrinho” (ao longo de muitas gerações), o professor Farnsworth, responsável também pelas invenções mais bizarras que já foram apresentadas pela série. Mas não é que algumas delas poderiam (e deveriam) existir? Veja algumas delas!

Extensor de Dedo

Invenções do Futurama que deveriam existir
Essa incrível invenção apareceu no episódio “Anthology of Interest“. O professor Farnsworth utiliza o tal dedo para alcançar máquinas à distância (problemas com a idade, né?). Pode até parecer algo bastante imbecil, mas não seria uma tecnologia genial? Eu consigo pensar várias situações em que o extensor seria útil, como pegar o controle remoto ou apagar uma luz. Não é tão inútil quanto se pensa.

Intercâmbio de Cérebro

Invenções do Futurama que deveriam existir
O professor criou uma máquina de intercambiar cérebros com a ajuda de Amy em um determinado momento da série. Na prática, isto levou os personagens a se confundirem com suas próprias personalidades. O episódio mostrou a criação de uma teoria, o Teorema de Futurana. Segundo ele, não importa quantas mudanças podem ocorrer entre duas pessoas, elas sempre irão retornar a seus corpos originais.

Maquina do tempo para o futuro

Invenções do Futurama que deveriam existir
Qual o maior problema de quem mexe com máquinas do tempo? Sim, voltar para o passado e fazer alguma coisa que possa alterar o presente. Pensando nisto, o professor conseguiu inventar uma máquina que viaja somente para o futuro, de forma a se evitar paradoxos temporais. O problema é que os personagens foram parar a anos de distância, chegando quase ao fim dos tempos, às vésperas de um novo Big Bang que está prestes a terminar com tudo da mesma forma que começou.

Chapéu da Inteligência

Invenções do Futurama que deveriam existir
Muita gente poderia achar este útil. Fazer vestibular não seria tão difícil, não é? O professor testou sua nova invenção em um macaco e ficou crente que, desta vez, ele conseguiria ser reconhecido por alguma coisa. Infelizmente, o bicho percebe que está perdendo seus costumes naturais e decide largar o objeto por conta própria, voltando a se tornar um macaco comum. Não dá para mexer com o instinto animal.

Máquina de Sentir Odores

Invenções do Futurama que deveriam existir
Já é possível observar coisas distantes com a ajuda de um telescópio, mas e quanto aos cheiros? Com esta incrível máquina inventada pelo professor Farnsworth, ele conseguiu sentir o aroma de planetas distantes, bem como procurar por uma pessoa específica só pelo cheiro, independente de onde esteja. E tudo isto para impedir que uma super bola de lixo atingisse a Terra. Não sei como poderia ser útil no nosso tempo, mas deveria existir de verdade.

Relógio da Morte

Invenções do Futurama que deveriam existir
Já pensou um artefato que exibe a data exata da sua morte? Pois o professor não só pensou como também construiu a máquina. É perigoso, já que as pessoas podem tentar modificar seus hábitos para evitar que a morte aconteça – o que pode antecipar as coisas. Isto sem falar no pavor que causaria. Mesmo assim, é uma invenção que está faltando. Já imaginou quantas mortes poderiam ser evitadas?

Maquina “E se?”

Invenções do Futurama que deveriam existir
Esta máquina aparece no mesmo episódio que o extensor de dedo, mas é ainda mais útil. O que ela faz é mostrar toda uma realidade paralela a partir da simples pergunta “e se?”. Já pensou nas possibilidades? É uma pergunta que, definitivamente, pode mudar tudo, criando variadas circunstâncias que poderiam ser vistas na hora. Eu já começaria por “e se eu não existisse?” E você?

 Fonte: Fatos Desconhecidos