sábado, 12 de agosto de 2017

7 animais que a ciência quer trazer de volta da extinção




Mudanças climáticas, catástrofes ambientais, perseguição do ser humano, há inúmeros motivos que levaram esses animais à mais completa extinção. Independente do motivo que os tiraram da vida moderna, os cientistas estão empenhados em trazê-los de volta a vida. A ciência já avançou muito no campo do DNA e a manipulação do genoma já é uma realidade para tornar esse sonho possível. Já imaginou uma cena do filme “Jurassic Park”? Bem, talvez os dinossauros ainda estejam longe do nosso alcance, mas isso não significa que os cientistas não tenham o mesmo interesse que o nosso e não estejam trabalhando para alcançar essa conquista.
Confira agora 7 animais que não existem, mas que podem ressuscitar da mais completa extinção:

1 – Mamute-lanoso


A quantidade de fósseis de mamutes encontrados na Sibéria foi o suficiente para que os cientistas pudessem reunir toda a sequência do genoma desse animal. Seria o suficiente para iniciar as pesquisas de trazê-lo de volta a vida. Seria fácil, isso se o mundo não estivesse passando pelos problemas climáticos causados pelos seres humanos.

2 – Leão-da-montanha


Dois filhotes recém-nascidos da espécie foram encontrados numa camada grossa de gelo na região do Rio Uyandina, na Rússia. Os dois bebês foram batizados de Uyan e Dina, e foram descobertos completamente intactos e preservados.
Os pesquisadores se espantaram com tamanha preservação. Eles acreditam que se conseguirem extrair um pedaço de pele do animal, também serão capazes de extrair o DNA, e trazer de volta essa animal à vida.

3 – Auroque


Eles lembram muito o gado que conhecemos nos dias atuais. Mas o Auroque é uma espécie do tempo das cavernas, muito maior e mais pesado que as vacas e os bois que conhecemos hoje. Ele também era indócil e não podia ser domesticado. O último da sua espécie morreu em 1627, na Polônia, mas os cientistas tem interesse em trazê-lo de volta.
A intenção deles é usar as vacas domésticas para gerar filhotes de auroque.

4 – Quagas


Eles se parecem com as zebras, mas não tem listras por  todo o corpo. Eles foram numerosos na região da África do Sul, na região do Cabo e de Orange. A caça massiva pela pele e carne do animal levou a sua extinção no final de 1880.
Agora os cientistas estudam a possibilidade de revivê-lo.

5 – Lobo-da-Tasmânia


Também conhecido como tilacino ou tigre-da-tasmânia. Ele era dentro os animais marsupiais, o maior carnívoro dos nossos tempos. Vivia na Austrália e Nova Guiné e foi extinto no final do século XX.
Cientistas da Universidade de Melbourne conseguiram em injetar o material genético de um tilacino em um Demônio-da-tasmânia, que é um parente próximo do animal e poderia gestá-lo. Esse avanço representa o primeiro passo para a recuperação da vida desse animal.

6 – Tartaruga-das-galápagos-de-pinta


George, a última tartaruga-das-galápagos-de-pinta morreu em 2012, com 100 anos de idade. Ele também ficou conhecido como “Lonesome George”, que significa “George Solitário”. Ele cativou milhares de pessoas por ser o último da sua espécie e não é nenhuma surpresa que os cientistas queiram trazê-lo de volta a vida.
É uma possibilidade, uma vez que há outras espécies de tartarugas de galápagos ainda vivas. Embora não sejam da mesma espécie de George, talvez sejam a chave para identificar uma maneira de trazê-lo de volta.

7 – Dinossauros


No momento ainda é impossível ressuscitar os dinossauros. A maioria dos cientistas acreditam que essa possibilidade não existe, porque o DNA deles não podem ter sobrevivido durante tanto tempo.
No entanto, em 2015, um grupo de cientistas fizeram uma fusão curiosa que deu resultado. Eles modificaram o embrião de uma galinha para que ela tivesse o focinho e o palato de um dinossauro, usando a lógica de a galinhas são descendentes diretos dos dinossauros. A intenção da experiência era entender porque o bico dos galináceos é tão bicudo.
Os embriões no entanto, não eclodiram, por isso é impossível ver essa mistura de animais. No entanto, o líder da pesquisa, Bhart-Anjan Bhullar, ainda acredita no potencial do experimento e acha que se tivessem dado mais chances, o animal teria nascido.

Fonte(s) Grunge