terça-feira, 29 de setembro de 2015

Tecnologias da ficção científica que agora existem no mundo real


Armas de raio laser




Raios laser são bastante comuns em filmes e livros de ficção científica, como os blasters usados pelos personagens e disparados pelas naves de "Star wars". Ainda que a tecnologia não funcione como nos livros e filmes, com rajadas curtas e explosivas, os raios laser, basicamente emissões concentradas de luz, foram inventados nos anos 60 e hoje tem aplicações médicas, militares e até mesmo cotidianas, como em leitores de mídias óticas (CDs, DVDs e Blu-Rays, por exemplo).



 Câmara de bronzeamento artificial



Outra tecnologia imaginada pelos criadores da família Jetson foram as câmaras de bronzeamento artificial, que se tornaram populares alguns anos depois do lançamento da animação, devido à descoberta da ligação entre a exposição aos raios solares e o câncer de pele. Entretanto, as câmaras do desenho animado eram bem mais confortáveis, com colchões e travesseiros.

 Cadarços automáticos



Esta é uma boa notícia para quem odeia amarrar cadarço. Se você já viu o filme “De volta para o futuro”, deve ter se encantado com os tênis de cadarços que se ajustavam automaticamente. Mas, de acordo com a Nike não será preciso esperar muito tempo. Em 2014, durante um evento na cidade americana de Nova Orleans, a empresa anunciou que lançaria um modelo similar em 2015. Em 2011, a Nike já havia produzido 1500 tênis iguais aos utilizados por Marty McFly no filme, mas sem os cadarços poderosos. Resta torcer para que a promessa se cumpra logo!

 Cartões de crédito



No livro “Daqui a cem anos: revendo o futuro”, o escritor americano Edward Bellamy descreve a aventura de um personagem que vive no século XIX, mas repentinamente, acorda nos anos 2000 e descobre que cartões estão sendo usados como dinheiro. Os cartões de crédito facilitaram a vida de muita gente com mais praticidade e segurança. Vale lembrar que, no passado, até o sal já foi usado como moeda de troca. 
 Celular



Sempre que o Capitão Kirk deixava sua nave e precisava de ajuda, ele utilizava seu comunicador para entrar em contato com outros personagens de “Star trek”. O modelo visto na franquia é similar os celulares flips que se popularizaram no mundo todo a partir dos anos 1990. As versões atuais foram muito além: fazem chamadas, enviam mensagens, abrem e-mails, tiram fotos e se conectam à internet. 

Chamadas de vídeo




“Os Jetsons” foi um dos maiores clássicos do estúdio Hanna Barbera. Lançado em 1962, o desenho animado acompanhava a vida da família Jetson, que vivia no futuro, uma espécie de contrapartida dos Flinstones, uma família que vivia na idade da pedra. Entre as tecnologias utilizadas pelos personagens estão as chamadas de vídeo, realizadas hoje por meio de webcams e de programas, como o Skype.

 Escaneamento facial para marketing



Se você já viu o filme “Minority report”, deve ter reparado nas propagandas que surgem customizadas em tempo real para o personagem interpretado por Tom Cruise. Algumas empresas do mundo real estão tentando colocar a ideia em prática: elas estão escaneando o rosto de seus clientes a fim de armazenar dados para redirecionar o marketing e torná-lo mais eficiente. Algo parecido com as propagandas que aparecem no computador de acordo com as buscas que o internauta faz. 


 Fones de ouvido



No livro “Fahrenheit 451”, escrito por Ray Bradbury e lançado em 1953, o autor fala de conchas marinhas que, ao serem colocadas no ouvido, produzem sons e músicas. Bradbury mal poderia imaginar que alguns anos depois as conchas seriam transformadas em fones de ouvido e se tornariam um dos acessórios quase indispensáveis no mundo moderno.Ainda que fones já existissem nos anos 50, eles eram gigantescos e geralmente reservados para usos profissionais e/ou militares.

Google Glass




Também nos filmes “Star trek”, os Dominion, um estado militar bem poderoso, utilizam aparelhos de display virtual que permitiam que vissem fora das naves de guerra. O dispositivo era composto de um suporte e de uma pequena tela que ficava na frente de um dos olhos do usuário. Bastante parecido com o Google Glass que, é capaz de tirar fotos, abrir e-mails e fazer videoconferências. 

 Impressoras 3D



Os criadores da franquia “Star trek” devem ter entrado em contato com vários cientistas importantes, porque conseguiram prever uma série de tecnologias que existem hoje, como as as impressoras 3D, que surgem na ficção como máquinas replicadoras. As impressoras 3D já são capazes de produzir jóias, vasos, esculturas, ferramentas, próteses e, com equipamentos gigantescos, casas inteiras.

Mensagens ao vivo




A comunicação instantânea à distância é um dos grandes clichês da ficção científica clássica. Isaac Asimov, Arthur C. Clarke, Phillip K. Dick, entre outros grandes escritores pensaram em várias soluções, que iam de telas luminosas a uma rede de tubos pneumáticos que levava as mensagens de um lado para o outro. Quem poderia imaginar, 50 anos atrás, que hoje seria possível trocar mensagens de áudio, texto e vídeo com um aparelho que cabe no bolso?

Motos voadoras




Já imaginou se as motos voadoras de “Star wars” fossem realidade e as ruas das grandes cidades fossem tomadas por elas? Pode até demorar um pouco para que se tornem populares, mas essas máquinas já existem. A hoverbike, como é chamada, foi criada pela empresa Malloy Aeronautics, mas quem está aprimorando o protótipo é o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. A Malloy é responsável por desenvolver uma versão comercial das motos, enquanto o governo americano, um modelo militar.

Propagandas no céu




Júlio Verne era um escritor bastante futurista. Em “O dia de um jornalista americano no ano 2889”, publicado em 1889, o francês descreveu enormes propagandas refletidas nas nuvens, de maneira que várias cidades e países pudessem vê-las ao mesmo tempo. Isso ainda não se tornou realidade do jeito que Verne imaginou, mas aviões com faixas de propaganda e outros que soltam fumaça branca em forma de palavras e desenhos são uma realidade há bastante tempo.

 Submarinos elétricos



Numa de suas obras mais conhecidas, “Vinte mil léguas submarinas”, o francês Júlio Verne descreve um submarino movido somente à eletricidade, chamado Náutilus. Apesar de não ser totalmente elétrico, um modelo similar já existe: um híbrido, que funciona a base de diesel e de eletricidade.O submarino, apesar de ter o auge de seu uso a partir da metade do século XX, também foi previsto em alguns projetos de Leonardo DaVinci, que nunca conseguiu, até onde se sabe, viabilizar a construção de um protótipo.

Tablets




Outra previsão de “Star trek” foram os tablets. Nos filmes, o dispositivo era chamado de PADD, sigla cuja tradução para o português seria algo como "dispositivo de acesso pessoal". Os PADDs dos filmes também tinham telas touchscreen, mas não tinham as inúmeras funcionalidades dos modernos tablets, como aplicativos de jogos e de mensagens.



 Tecnologia wireless


Diversas obras de ficção científica especularam equipamentos tecnológicos que funcionam sem fios, uma tecnologia que começou a se aperfeiçoar no fim do século XX, como "O homem bicentenário", de Isaac Asimov, lançado em 1976. Hoje, celulares e notebooks são exemplos de aparelhos sem fios que se tornaram essenciais para nossas vidas.


Telas touchscreen aéreas




Outra inovação vista em “Minority report” são as telas touchscreen projetadas no ar. Altamente tecnológicas, estas telas ainda não estão disponíveis no mercado, mas uma companhia de Taiwan desenvolveu um protótipo que não precisa de comandos de voz nem de teclados físicos para funcionar. Incrível, né?

TVs de tela plana




A televisão de tela plana também foi prevista pelos criadores de “Os Jetsons”. Apesar de a TV ser um dos meios de comunicação mais populares nos Estados Unidos desde os anos 1950, os primeiros televisores de tela plana só surgiram em 1964, dois anos depois do lançamento do desenho. No entanto, demoraram muitos anos para se tornarem populares.

Viagem à Lua



Numa outra obra, “Da Terra à Lua”, publicada em 1865, Júlio Verne fala sobre um projétil que leva astronautas para a Lua. Mais de 100 anos depois, a aventura criada por Verne se tornou realidade e marcou a história da humanidade: em 20 de julho de 1969, a missão Apollo 11, comandada por Neil Armstrong, pousou em solo lunar.